Cá com os meus botões!
Estando eu aqui duas da madruga - depois de um dia cansativo de trabalho e após assistir aula até as 22 e tanta, viajar de volta para casa, todo mundo dormindo e eu só ouvindo os ressonares de longe e o ruído tentador do ventilador vindo do quarto (meu sonífero desde criança, no frio ou no calor) me convidando, juntamente com a cama, para um delicioso sono - num daqueles repentes de rebeldia me perguntando: o que tem de relevante em ficar postando minhas atividades, para o mundo ler (logo eu, leiga na escrita e recente ex-preguiçosa na leitura, que não me sentia 100% preparada para voltar a estudar uma vez que fiz o ENEM e me inscrevi no SISU desesperançosa) e ficar guardando um monte de atividades passadas??? (evito guardar papel, para não ter a sensação que derrubei uma mata inteira)
Procurei alguns textos na internet para ver se achava alguma resposta convincente para tamanho... tamanho... kk !!! De tudo o que li, me chamou a atenção um blog cujo o tema da postagem é: A Importância do Diário de Bordo ou Portfólio A professora de Teddy.
Olha aí que linda reflexão:
A professora de Teddy
Relata a Sra. Thompson, que no seu primeiro dia de aula parou em frente aos seus alunos da 5a. série primária e, como todos os demais professores, lhes disse que gostava de todos por igual.
No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que na primeira fila estava sentado um pequeno garoto chamado Teddy.
A professora havia observado que ele NÃO se dava bem com os colegas de classe e muitas vezes suas roupas estavam sujas e cheiravam mal.
Houve até momentos em que ela sentia prazer em lhe dar notas vermelhas ao corrigir suas provas e trabalhos.
Ao iniciar o ano letivo, era solicitado a cada professor que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações feitas em cada ano.
A Sra. Thompson deixou a ficha de Teddy por último.
Mas quando a leu foi grande a sua surpresa.
A professora do 1º ano escolar de Teddy havia anotado o seguinte: Teddy é um menino brilhante e simpático. Seus trabalhos sempre estão em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele.
A professora do 2º ano escreveu: Teddy é um aluno excelente e muito querido por seus colegas, mas tem estado preocupado com sua mãe que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos.
A vida em seu lar deve estar sendo muito difícil.
Da professora do 3º ano constava a anotação seguinte: A morte de sua mãe foi um golpe muito duro para Teddy.
Ele procura fazer o melhor, mas seu pai NÃO tem nenhum interesse e logo sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para ajudá-lo.
A professora do 4º ano escreveu: Teddy anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula.
A Sra. Thompson se deu conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada.
Sentiu-se ainda pior quando lembrou dos presentes de Natal que os alunos lhe haviam dado, envoltos em papéis coloridos, exceto o de Teddy, que estava enrolado num papel marrom de supermercado.
Lembra-se de que abriu o pacote com tristeza, enquanto os outros garotos riam ao ver uma pulseira faltando algumas pedras e um vidro de perfume pela metade.
Apesar das piadas ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão.
Naquele dia Teddy ficou um pouco mais de tempo na escola do que o de costume. Lembrou-se ainda, que Teddy lhe disse que ela estava cheirosa como sua mãe.
Naquele dia, depois que todos se foram, a professora Thompson chorou por longo tempo...
Em seguida, decidiu-se a mudar sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente a Teddy.
Com o passar do tempo ela notou que o garoto só melhorava. E quanto mais ela lhe dava carinho e atenção, mais ele se animava.
Ao finalizar o ano letivo, Teddy saiu como o melhor da classe. Um ano mais tarde a Sra. Thompson recebeu uma notícia em que Teddy lhe dizia que ela era a melhor professora que teve na vida.
Seis anos depois, recebeu outra carta de Teddy contando que havia concluído o segundo grau e que ela continuava sendo a melhor professora que tivera.
As notícias se repetiram até que um dia ela recebeu uma carta assinada pelo Dr.Theodore Stoddard, seu antigo aluno, mais conhecido como Teddy.
Um dia a Sra. Thompson recebeu outra carta, em que Teddy a convidava para seu casamento e noticiava a morte de seu pai.
Ela aceitou o convite e o dia do casamento estava usando a pulseira que ganhou de Teddy anos antes, e também o perfume.
Quando os dois se encontraram, abraçaram-se por longo tempo e Teddy lhe disse ao ouvido: - Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença.
Mas ela, com os olhos banhados em pranto sussurrou baixinho: - Você está enganado! Foi você que me ensinou que eu podia fazer a diferença, afinal eu não sabia ensinar até que o conheci.
Extraído do blog.: http://www.ideiacriativa.org/
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Para mim fechou o assunto aí. As vezes o que parece não fazer sentido para uns, fazem para outro. Tentarei não ser mais rebelde!
Vou dormir!!

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